Pesquisar

Carregando...

ARTESANATO / RECICLAGEM

REAPROVEITAMENTO DE MATERIAL RECICLÁVEL


Natureza e Saúde: Reaproveitar o lixo
Clique aqui para visualizar o Vídeo

Nunca se falou tanto em reaproveitamento de lixo. E não é para menos, é do conhecimento de todos que o acúmulo de resíduos que são descartados pode causar sérios danos ao meio ambiente. Mas a população ainda resiste.
De acordo com uma pesquisa realizada pelo Ministério das Cidades, a Paraíba é o segundo estado que mais produz lixo por habitante; cada paraibano é responsável pela produção de aproximadamente um quilo e meio por dia.
Na contramão dessa realidade nós podemos encontrar pessoas que utilizam aproveitamento de materiais como papelão, jornal e isopor para produzir outras coisas como móveis e outros produtos, por isso o viver bem veio conhecer o trabalho de Chico Viola, ele que produz esses materiais, inclusive essa cadeira que eu estou sentada agora.
Chico como foi que esse trabalho começou?
“Em 1992 eu montei minha primeira exposição individual, até então não tinha uma proposta de ser um trabalho de reaproveitamento e sim um trabalho de... na época eu fazia educação artística e se questionava a falta de material nas escolas; e foi uma tentativa de colocar uma alternativa diferente nas escolas. A princípio era só o papel e hoje a gente já parte para o reaproveitamento de peças que sofreram algum dano, por exemplo, essa cadeira que você está sentada ela perdeu uma das hastes do encosto, e a gente fez um ‘transplante’, quer dizer o que estava quebrado a gente consertou e fez um recapeamento”.
Fazendo uso apenas de papel e cola, há mais de dezoito anos o artista dedica grande parte do seu tempo reaproveitando objetos que algumas pessoas julgam como inúteis e que poderiam estar poluindo o planeta.
“Embalagem plástica, restos de móveis já que muitos móveis às vezes só porque quebrou uma parte da estrutura e as pessoas descartam; eu faço justamente com o papel e a cola pra revitalizar a peça. Essa peça foi criada para acompanhar o projeto de xadrez nas escolas, todo feito a partir de canudinhos de jornal; cada peça possui de três a seis canudinhos. Eu vou aqui tentar ensinar uma peça a vocês: divide o canudinho na metade, depois a metade da metade você vai girar até fazer a cabeça do peão, e girando você faz a cabeça da peça; depois é só fazer mais dois módulos como esse e está pronto o peão”.      
Fonte: Programa Viver Bem/ Unimed
Reportagem: Linda Carvalho 

OFICINA DE PAPETAGEM ( A LINGUAGEM DO PAPEL)



Sofá feito de isopor e papel
A Oficina de Papetagem  tem como objectivo conscientizar a sociedade da necessidade da preservação do meio ambiente, utilizando materiais reciclavéis que seriam descartados na natureza, para a confecção de  móveis, objectos de decoração e utilidades.
Ministrada pelo artista plástico Chico Viola que vem desenvolvendo esse excelente trabalho há 22 anos.
Interessados em contratar, entrar em contacto:
e-mail: iedacunhapessoa@gmail.com
cel: ( 83 ) 8815-7870 / ( 83 ) 3212-7236







A reciclagem de materiais como o óleo e o isopor vêm se tornando um hábito para a população brasileira, pois a maior parte do lixo é reaproveitável. "Cerca de 90% do lixo descartado dá para ser utilizado", afirma a professora de biologia Fátima dos Santos.

A reciclagem do óleo usado se tornou um exemplo de como o reaproveitamento de matéria-prima pode ser benéfico. "Algumas pessoas entregam o material a locais de reciclagem e recebem de volta o sabão produzido por ele", conta. Quando é jogado diretamente no ralo da pia ou no vaso sanitário, o óleo danifica os encanamentos e traz conseqüências desagradáveis como entupimento de canos e refluxo de esgoto. "Cada litro de óleo de cozinha pode contaminar 20 mil litros de água", diz a professora. E o estrago não pára por aí. Quando o esgoto não é tratado, o produto é despejado em rios e mares e prejudica a sobrevivência dos peixes.

O isopor da bandejinha de carne vendida em supermercados e o protetor de eletrodomésticos podem não parecer, mas são bastante nocivos ao ambiente. "O isopor é um tipo de plástico que leva aproximadamente 150 anos para se decompor", explica ela. Composto por 98% de ar e 2% de plástico, apenas 10% do material coletado é utilizado depois de derretido. "É preciso uma grande quantidade de isopor para que a reciclagem se torne economicamente viável", diz Fátima. Se o produto for reciclado ele se torna bastante útil, pois se misturado ao cimento, ele oferece vantagens em relação à cerâmica e ao concreto comum.

Poucas pessoas sabem, mas as chapas de raio-x também são reaproveitáveis. A aluna do segundo ano de biologia, Karen Marcelino, disse que não conhecia esse tipo de reciclagem. "Antes de entrar no curso de biologia não tinha nem idéia do reaproveitamento das chapas de raio-x", conta ela.

A estudante explica que as chapas são revendidas e muitas vezes recicladas por empresas responsáveis por lixo hospitalar. "Os raio-x que vão para casa geralmente vão parar em lixões, pois poucas pessoas sabem é que delas é possível extrair cristais de prata", diz Karen. Esse material, reaproveitado, pode se transformar em cristais que por sua vez se transformam em talheres e jóias.




RETIRADO DO
UNISANTA
ONLINE